O poder da visão (A filosofia da vida)




Video extraído do Youtube / Postado por: chittoni

¿Español o Castellano?

Colegas, encontré un buen texto y me gustaría compartirlo con ustedes. Es una temática interesante sobre la distinción entre el Español y Castellano.

NUESTRA LENGUA
Por Octavio Paz

Para todos los hombres y mujeres de habla castellana la experiencia de pertenecer a una comunidad lingüística está unida a otra: esa comunidad se extiende más allá de las fronteras nacionales. Trátese de un argentino o de un español, de un chileno o de un mexicano, todos sabemos desde nuestra niñez que nuestra lengua nacional es también la de otras naciones. Y hay algo más y no menos decisivo: nuestra lengua nació en otro continente, en España, hace muchos siglos. El castellano no solo trasciende las fronteras geográficas sino las históricas: se hablaba antes de que nosotros, los hispanoamericanos, tuviésemos existencia histórica definida. En cierto modo, la lengua nos fundó o, al menos, hizo posible nuestro nacimiento como naciones. Sin ella, nuestros pueblos no existirían o serian algo muy distinto a lo que son.
El español del siglo XX, el que se habla y se escribe en Hispanoamérica y en España, es muchos españoles, cada uno distinto y único, con su genio propio; no obstante, es el mismo en Sevilla, Santiago o La Habana. No es muchos arboles: es un solo árbol pero inmenso, con un follaje rico y variado, bajo el que verdean y florecen muchas ramas y ramajes. Cada uno de nosotros, los que hablamos español, es una hoja de ese árbol.
El idioma que hablan los argentinos no es menos legítimo que el de los españoles, los peruanos, los venezolanos o los cubanos. Aunque todas esas hablas tienen características propias, sus singularidades y sus modismos se resuelven al fin en unidad. El idioma vive en perpetuo cambio y movimiento; esos cambios aseguran su continuidad y ese movimiento su permanencia. Gracias a sus variaciones, el español sigue siendo una lengua universal, capaz de albergar las singularidades y el genio de muchos pueblos.

Extraído de http://educacao.uol.com.br/espanhol/ult3324u15.jhtm

Aprovecho para invitarlos a conocer este rico enlace sobre nuestra asignatura:
http://educacao.uol.com.br/espanhol/

Seminário: Tecnocracia









TECNOCRACIA

Forma de governo que tem as suas raízes na ciência. É de fato, mais uma tecnologia do que uma ideia política. Foi desenvolvida por cientistas, por coordenadores, e por outros especialistas que procuram compreender o papel da tecnologia na nossa sociedade. Com o avanço da tecnologia científica não é mais preciso suor nem esforço por parte dos homens: as máquinas fazem tudo em seu lugar. Transformamos os nossos métodos de produção de um modelo agrário num tecnológico, assim devemos também mudar o nosso método de distribuição de um modelo agrário para um tecnológico.
A teoria da tecnocracia se iniciou em 1814, através da obra “Réorganisation de la Société Européenne”, do sociólogo francês Claude-Henri de Rouvroy, na qual o mesmo pregava a substituição da política pela ciência da produção. Tecnocracia é o governo exercido pelos técnicos, que em tese, controlariam os meios de produção e, conseqüentemente, superariam o poder político.
Essa forma de governo surgiu a partir da necessidade de estudo do impacto da tecnologia nas sociedades. Os tecnocratas acreditam que com a mecanização do trabalho total, por exemplo, a qualidade de vida das pessoas melhoraria consideravelmente: as mesmas trabalhariam 2 horas diárias e teriam direito a 150 mil quilocalorias diárias de alimento, cerca de 700 vezes mais do que o necessário. Desta forma, todas elas teriam um nível de vida elevado e semelhante. A tecnocracia é um modelo de sociedade perfeita.
Logicamente, as teorias tecnocratas são bastante contraditórias em relação à teoria econômica. Se aumentarmos a produção graças à mecanização do trabalho, quem irá comprar e consumir esses produtos, já que a máquina tomaria o trabalho do homem? Haveria uma crise de superprodução?
Os tecnocratas rejeitam a espontaneidade, auto-regulação e impulsividade animal; para eles, “a economia não é uma ciência; é meramente uma política disfarçada.” Na tecnocracia, quanto mais, melhor, não importa se de produtos, serviços, impostos, informações, estudantes ou qualquer outro elemento.
Em síntese, a idéia central do modelo tecnocrata é a proposta de que, se nossos métodos de produção evoluíram, existe também a necessidade de evolução dos modelos de distribuição de renda e trabalho.



Fontes: dicionarioinformal.com.br / tecnocracia.com.br /Youtube: Vídeo postado por jacqueespa.

Las TICs en la Educación

Impacto de las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) en la educación.

Leonardo Garnier - Ministro de Educación Pública 2006/2010, Costa Rica.



Video extraído do Youtube, postado por Ceccsica em 23 de Março de 2009

Tecnologia e Educação: Novos tempos, outros rumos

A Tecnologia na Educação requer um olhar mais abrangente, envolvendo novas formas de ensinar e de aprender condizentes com o paradigma da sociedade do conhecimento, o qual se caracteriza pelos princípios da diversidade, da integração e da complexidade.

O compromisso com as questões educacionais tem sido ampliado, através das várias formas de organização, incluindo aquelas que fazem uso da tecnologia para superar os limites de espaços e tempos, de modo a propiciar que as pessoas de diferentes idades, classes sociais e regiões tenham acesso à informação e possam vivenciar diversas maneiras de representar o conhecimento.

Esta amplitude de possibilidades - quando pautada em princípios que privilegiam a construção do conhecimento, o aprendizado significativo, interdisciplinar e integrador do pensamento racional, estético, ético e humanista - requer dos profissionais novas competências e atitudes para desenvolver uma pedagogia relacional: isto implica criar e recriar estratégias e situações de aprendizagem que possam tornar-se significativas para o aprendiz, sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional.

Por outro lado, não se pode deixar de conhecer e de tratar as questões específicas destas possibilidades e suas inter-relações. Este nível de compreensão é que dá mobilidade para o profissional lidar com o inusitado de forma criativa, reflexiva, crítica e construtiva, rompendo com isso a aplicação de soluções prontas ou práticas padronizadas. Tais soluções e práticas não encontram eco no paradigma atual, no qual se torna evidente a necessidade de integração entre a gestão administrativa e a gestão da sala de aula, dos recursos tecnológicos e das áreas de conhecimento. O pensamento-ação exigido precisa considerar o movimento e a articulação entre o individual e coletivo, parte e todo, processo e produto, teoria e prática, ensino e aprendizagem.

Texto extraído do site:www.tvebrasil.com.br

Os Conectores




A conexão para o amor
é a alma.
A conexão para a vida
é a filosofia,
encare-a como bem entender.
A conexão para a arte
é o conjunto das formas,
analise seus traços
e adentre em seu íntimo.
A conexão para uma lágrima
é a dor ,
seja ela moral ou física.
A conexão para a solidão
é a evasão da partilha.
A conexão para a beleza
é a forma como ela se condensa.
A conexão para o sonho incomum
é a maneira como visualiza seu plano real.
A conexão para o poema
é o poeta.
A conexão para a luz
é o calor.
A conexão para os dias
é a rotatividade da Terra.
A conexão para o ódio
é o deslocamento da harmonia.
A conexão para a morte moral
são os dias sem perspectiva.
Conexão,conectores.
O que somos além de seres em busca
de uma conexão com nós mesmo?
Yuri

P.S: Imagem: Abstract Surrealismo.
Autor:Alex Crarmisk 2002.